Mito na Grécia

Gabrielle Castro da Silva Nunes*

Sabe-se que o povo da Grécia era politeísta, pois acreditava em inúmeros deuses, tendo o central de todos, Zeus. Além do politeísmo, os gregos acreditavam também que os seus deuses eram seres antropomórficos, ou seja, possuíam corpo humano e sentimentos humanos (amavam, odiavam, entre outros). A única diferença entre os deuses e os próprios seres humanos era a imortalidade.

Em relações entre deuses e mortais, surgiam os semideuses e contudo, os gregos tinham que inventar algo para explicar tudo aquilo que acreditavam. Assim, a mitologia nasceu.

Através dos mitos que os gregos tentavam explicar o fato do surgimento das coisas, como o da vida. Naquela época, eles acreditavam que os poetas eram os escolhidos pelos deuses para ter acesso a todos os mistérios do mundo. A pessoa deveria ter a confiabilidade no poeta e escutar tudo o que ele sabia sobre mitos.

Depois, a mitologia se uniu com a cosmogonia (mito sobre o nascimento e organização do mundo) e com a teogonia (também um mito, mas sobre o nascimento dos deuses). Porém, com o passar do tempo, estas começaram a ser questionadas por certos e então, surgiu a cosmologia.

A filosofia é uma cosmologia (explicação sobre a origem do mundo pela razão), que substituiu a mitologia, cosmogonia e teogonia, já que foi a primeira explicação científica, que nasceu pelos mitos, sobre a vida.

Portanto, a diferença entre a filosofia e mitologia é que: o mito não precisava de opiniões, críticas ou justificativas, só precisava ser ouvido; já a filosofia, que tinha como base a razão, sempre deveria ter as suas justificativas sobre qualquer de suas afirmações




* Aluna da 1ª série do Colégio Santa Dorotéia - Manaus

Share on Google Plus

About Projeto Teoria e Prática

    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 comentários:

Postar um comentário